Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Brincar e Educar

Papel, caneta e diversão

 


 

Com apenas um pedaço de papel e um lápis ou caneta, é possível entreter as crianças nas férias. Com a ajuda da professora Maria Ângela Barbato Carneiro, da faculdade de Educação da PUC, que lidera o Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar, reunimos alguns clássicos das brincadeiras que utilizam apenas papel e tinta. Uma lista de brincadeiras dá pra brincar dentro de casa, no apartamento, ou até mesmo no carro.

A especialista lembra: "Brincar é um momento de interação essencial para a formação da criança. É quando ela desenvolve o processo de sociabilização e se apresenta ao mundo. A participação dos pais ou responsáveis nesse momento é, portanto, muito positiva".

Chame a família, os amigos e toda a criançada para brincar junto!

 

1. STOP!

Idade: a partir dos 8 anos
Número de participantes: 2 ou mais

Como brincar: Defina com seu grupo quais categorias estarão no jogo - nome, animal, marca, fruta, flor e CEP (cidade, estado ou país), por exemplo. Cada jogador, então, coloca em sua folha as categorias em colunas.
O próximo passo é definir qual letra será usada na rodada: pode ser com os dedos ou com o "stop!" (um jogador fala a letra A em voz alta e depois passa a contar o alfabeto mentalmente; outro diz "stop!", escolhendo a letra).

Os jogadores, então, devem completar as categorias com palavras que iniciem com a letra escolhida. Quem terminar primeiro grita "stop!", e todos os jogadores devem parar de escrever imediatamente.
O próximo passo é contabilizar os pontos: para pessoas que escreveram a mesma palavra numa categoria, 5 pontos; para palavras diferentes, 10 pontos; e no caso do jogador ter sido o único a ter completado aquela categoria, 15 pontos.

O que desenvolve: "É um jogo muito divertido, que promove a interação e exige concentração e raciocínio rápido, além de conhecimentos de diversas áreas", explica a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC.

Um toque a mais: Para deixar a brincadeira ainda mais divertida, que tal criar categorias malucas? Dá pra inventar frases para serem completadas (como "minha sogra é …"), ou remeter às lembranças do seu grupo (como "o que aconteceu naquela viagem... "). Livros, atores, filmes, cores, objeto, comida e personagens de desenho animado também podem ser categorias. No caso de vários participantes, é possível jogar em equipes também!

2. Detetive

 Idade: a partir dos 8 anos
Número de participantes: 5 ou mais
Como brincar: Em pequenos papéis, escreva os nomes personagens envolvidos: um detetive, um assassino, e quantas vítimas forem os participantes extras. Dobre-os e sorteie entre os jogadores.
Todos devem ficar em um círculo, para que possam se olhar. O assassino deve matar as vítimas por meio de uma piscada de olho. A vítima, por sua vez, deve dizer "morri!".

Enquanto isso, o detetive deve tentar descobrir quem é o assassino, apontar para o jogador e dizer "preso em nome da lei!".
A jogada acaba quando o assassino conseguir matar todas as vítimas ou quando o detetive o prende. Aí, é só fazer outro sorteio!

O que desenvolve: "Para a brincadeira funcionar, é preciso ter maturidade para respeitar as regras", aponta a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC. "Além disso, a brincadeira desenvolve bastante as habilidades de observação e concentração".


Um toque a mais: É possível incrementar a brincadeira com novos personagens! O "beijoqueiro", por exemplo, pode ressucitar uma vítima mandando um beijinho discreto. Também é possível jogar com uma dupla de "namorados" (quando um morre, o outro morre também). Que outros personagens mais é possível criar?

3. Desenho livre

Idade: a partir dos 2 anos
Número de participantes: livre

Como brincar: As possibilidades são infinitas: papéis de diferentes cores e tamanhos, lápis de cor, giz de cera, giz pastel, tinta, colagens... E a imaginação das crianças também.

O que desenvolve: "É muito importante proporcionar momentos de pura liberdade e diversão para as crianças. Apesar de ser importante ter uma preocupação educacional, muitas vezes o que elas precisam é de puro lazer", conclui a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC.

Um toque a mais: Com um rolo de papel craft, é possível fazer experimentos interessantes. Um desenho coletivo, por exemplo, é uma ótima brincadeira. Outra ideia é fazer bonecos gigantes - uma criança deita no craft, enquanto a outra faz o seu contorno. Depois, é só desenhar a roupa e os assessórios (hora de caprichar!), e recortar o molde.

4. Rótulo

Idade: a partir de 8 anos
Número de participantes: 5 ou mais

Como brincar: Escreva em pequenos papéis diferentes "rótulos": "sou triste", "sou engraçado", "sou bravo". Cada jogador deve pegar um papel e grudá-lo na testa, sem olhar. Então, todos levantam e começam a circular. Cada jogador deve interagir com o outro de acordo com o que está na testa do outro. Da mesma forma, deve tentar descobrir o que está na sua testa por meio da reação dos outros.

O que desenvolve: "É uma brincadeira interessante para desconstruir estereótipos", diz a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC. "As habilidades de dramatização e adivinhação também são trabalhadas".

Um toque a mais: A brincadeira é uma boa oportunidade para falar sobre posturas sociais. Converse, após a brincadeira, sobre como as crianças se sentiram ao serem "rotuladas". Será que fazemos isso no nosso dia a dia também?

 

5. Dicionário

Idade: a partir de 10 anos
Número de participantes: 4 ou mais

Como brincar: Além de lápis e papel, essa brincadeira exige um dicionário. Se for daqueles bem grandes, melhor! Cada rodada terá um mestre, que ficará com o dicionário. Ele deve abrir em uma página aleatória e escolher, dessa página, uma palavra pouco usual.

Os outros jogadores, quando ouvirem a palavra, devem tentar criar um significado para ela (não necessariamente o certo, mas o mais criativo!), escrever em um pedaço de papel e entregar para o mestre, que deve copiar o significado certo em outro pedaço.

O mestre, então, lê todos os significados em voz alta, e os jogadores devem votar naquele que julgarem ser o correto. A pontuação funciona assim: cada pessoa que ganhou um voto ganha um ponto; quem votou na definição correta, ganha dois; e caso ninguém tenha acertado, o mestre ganha três pontos. Na próxima rodada, escolhe-se um novo mestre.

O que desenvolve: "Com esse jogo, os participantes conhecem palavras diferentes e aumentam o vocabulário", comenta a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC.
b>Um toque a mais: "Que tal criar frases que juntem o maior número de palavras novas? Dessa forma, é mais fácil ainda lembrar os significados", sugere a professora. Ou então fazer a mesma brincadeira em inglês.

6. Forca

 Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: 2 ou mais

Como brincar: Para começar, um dos jogadores escolhe uma palavra e desenha no papel um risquinho para cada letra. O objetivo do outro jogador é adivinhar essa palavra, falando, a cada rodada, uma letra do alfabeto. Mas a cada vez que ele errar, seu bonequinho na forca vai ganhando um  novo membro (cabeça, corpo, duas pernas, dois braços). Se o bonequinho for completado, o jogador perde!

O que desenvolve: "Além de exigir vocabulário e trabalhar a concentração, essa brincadeira faz com que a criança estabeleça uma relação biunívoca entre as letras restantes e as possíveis respostas. Um ótimo exercício de raciocínio", explica a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC.

Um toque a mais: Com o tempo, é possível brincar com palavras maiores (e, caso, for necessário, dar mais chances ao jogador que vai adivinhar). E que tal usar as palavras que você aprendeu no jogo do Dicionário para brincar de Forca?

7. Continue o desenho

 Idade: A partir de 3 anos Número de participantes: 3 ou mais

  Como brincar: Sentados em roda, os jogadores devem produzir, ao final da rodada, um desenho coletivo. Para isso, o primeiro participante faz um traço na folha, e a passa para o lado. A pessoa seguinte deve fazer mais um traço, e assim sucessivamente.

O que desenvolve:

"A ideia da criação coletiva traz muitos aprendizados para a criança", diz a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC. "Essa brincadeira associa a imaginação e a criatividade com o espírito de parceria", conclui.
Um toque a mais: Que tal incrementar a brincadeira com diferentes materiais? Lápis de cor, giz de cera, tintas e colagens de revistas podem deixar o desenho ainda mais interessante. Mas atenção: quanto mais elementos, mais difícil é a interação para que o desenho fique coerente!

8. Anagramas

Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: 2 ou mais

Como brincar: Um dos jogadores deve escolher uma palavra e escrever em uma folha de papel. Com as letras dessa palavra, os demais jogadores devem tentar formar o maior número de palavras novas (que são anagramas da palavra inicial).

O que desenvolve: "É interessante perceber alguns mecanismos da língua portuguesa nessa brincadeira", diz a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC. "Também é interessante para desenvolver vocabulário e raciocínio".

Um toque a mais: Quando há bastantes participantes, é possível brincar de anagrama vivo! Cole cada letra da palavra na barriga dos jogadores. Agora, eles devem se movimentar para tentar formar as novas palavras! Outra dica: quando os jogadores ainda estão no processo de alfabetização, também é possível brincar com sílabas, ao invés de letras.

9. Batalha Naval

 

 Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: 2 ou mais

Como brincar: Para essa brincadeira, é preciso usar uma folha de papel quadriculado por jogador. Delimite um tamanho de campo e identifique as linhas com letras e as colunas com números. Depois, defina como serão as "embarcações" do jogo.
O mais convencional é assim: couraçados são quatro quadradinhos (na vertical ou horizontal), cruzadores são três quadradinhos, hidroaviões são três intercalados, e submarinos, um. Os jogadores devem desenhar as embarcações no campo de batalha, sem usar a diagonal e sem encostar uma na outra.

Aí começam os ataques: cada um tem três disparos por vez (B8, E3 e D4, por exemplo). Se alguma embarcação for atingida, o jogador deve falar "fogo!". Se não, "água". Todos os tiros devem ser marcados com um X no campo. Quem acabar com as embarcações inimigas primeiro vence!

O que desenvolve: "Uma ótima brincadeira para treinar o respeito às regras, a concentração e o raciocínio lógico", diz a a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC.

Um toque a mais: Para quem gosta muito de Batalha Naval, é possível investir: hoje em dia existem várias opções legais do jogo com tabuleiro, peças e até mesmo som! Para quem quiser continar jogando com papel quadriculado, também é possível brincar inventando diferentes tamanhos de embarcações.

10. Labirinto

Idade: A partir de 3 anos
Número de participantes: livre

Como brincar: Muitas revistas especializadas contém labirintos, mas a brincadeira fica ainda mais divertida quando nós mesmos o criamos. Desenhe, numa folha de papel, um caminho que tenha um fim (pode ser o centro da folha, por exemplo).

Ao longo desse caminho, crie bifurcações que confundam o jogador que irá percorrê-lo, preenchendo todo o espaço da folha. A dificuldade do labirinto pode variar de acordo com a idade do participante. As crianças mais velhas também podem criar!
Vale incrementar o caminho com desenhos, obstáculos e um grande prêmio no final.

O que desenvolve: "O labirinto é uma ótima maneira de se trabalhar a coordenação visomotora e a lateralidade, ou seja, a predominância motora de um dos lados do corpo", explica a professora Maria Ângela Barbato, da Faculdade de Educação da PUC.

Um toque a mais: Que tal brincar de Labirinto "real"? Com folhas de papel craft, é possível criar labirintos que podem ser percorridos por pessoas de verdade! No final dele, pode haver uma surpresa - um bombom, por exemplo.

 

 

sábado, 15 de junho de 2013

Brasília na copa das confederações!


Copa das Confederações tem abertura com cerimônia simples

Famoso pelos desfiles ousados e grandiosos da escola Unidos da Tijuca no carnaval do Rio, Paulo Barros não usou pirotecnia na festa deste sábado.

Brasília - A Copa das Confederações teve uma cerimônia de abertura simples e bonita, na tarde deste sábado, no Estádio Nacional de Brasília. Criada pelo celebrado carnavalesco Paulo Barros, a festa exaltou as oito seleções participantes da competição e durou cerca de 15 minutos, antes do jogo entre Brasil e Japão, marcado para começar às 16 horas.

Com a participação de 2,8 mil voluntários, a cerimônia de abertura começou 1 hora e 30 minutos antes do jogo.
Famoso pelos desfiles ousados e grandiosos da escola Unidos da Tijuca no carnaval do Rio, Paulo Barros não usou pirotecnia na festa deste sábado. Optou por danças, mosaicos e coreografias especiais para apresentar o torneio.
Paulo Barros revelou também preocupação de não estragar o gramado antes do jogo - por isso mesmo, uma manta protetora foi colocada no campo para a cerimônia de abertura.
A festa começou com um grande mosaico humano, que formava palavras em português e inglês, passando principalmente a seguinte mensagem: "O sonho começa agora".
Depois, dançarinos formaram no gramado um grande mapa do Brasil, mostrando até mesmo o mar do extenso litoral brasileiro. Na sequência, entraram representantes dos oito países participantes, que foram se apresentando alternadamente. Por fim, um mosaico montou um campo de futebol, encoberto pela bandeira oficial da Copa das Confederações.
Fonte: Exame

sábado, 6 de abril de 2013

Menina revela pela primeira vez como é estar por trás dos olhos de um autista.

Uma sensação de estar dentro de um corpo que você não pode controlar. Segundo Carly Fleischmann, é assim que o autismo a faz sentir. Essa foi apenas uma das revelações sobre o que passa por detrás da mente autista que Carly conseguiu revelar.
A sua história é a seguinte: durante os primeiros 11 anos de sua vida, ela vivia grande parte do tempo imersa em seu universo particular. O diagnóstico de que ela era autista foi confirmado quando tinha 2 anos de idade. Os médicos explicavam que o autismo a impossibilitaria de se comunicar e de ter uma vida normal, além de dizer para os pais da menina que ela tinha um atraso mental que a permitiria chegar somente ao desenvolvimento de uma criança de 6 anos.
No entanto, seu pai sempre soube que ela estava ali, perdida atrás daqueles olhos. Até que um dia, Carly subitamente se sentou no computador e digitou letras que formaram a palavra HURT (dor, em inglês), seguida de HELP (socorro, em inglês). Ela nunca tinha escrito nada na vida antes. Os pais de Carly então a incentivaram a se comunicar novamente. Se ela quisesse algo, teria que digitar o pedido. Alguns meses se passaram até que ela compreendesse que se quisesse ser atendida, teria que digitar seu pedido.
Quando ela chegou aos terapeutas, ansiosos por avaliar aquele comportamento raro, as primeiras coisas que digitou foi: “Eu tenho autismo, mas isso não é quem sou. Gaste um tempo para me conhecer antes de me julgar.”
A partir daí, Carly começou a fazer algo inédito: revelar as explicações por trás de seu universo único. Ela começou então a explicar mistérios por trás do seu comportamento de balançar os braços violentamente, de bater a cabeça nas coisas ou de querer arrancar as roupas: “Se eu não fizer isso, parece que meu corpo vai explodir. Se eu pudesse parar eu pararia, mas não tem como desligar. Eu sei o que é certo e errado, mas é como se eu estivesse travando uma luta contra o meu cérebro.”
Eis algumas outras revelações sobre o universo autista feitas por Carly:
 - A sensação que a obriga a agitar os braços freneticamente é de formigamento ou do braço pegando fogo;
-  Ela às vezes tapa os ouvidos e olhos para bloquear a entrada de informações em seu cérebro. É como se ela não tivesse controle e tivesse que bloquear o exterior para não ficar sobrecarregada.
- Ela diz que é muito difícil olhar para o rosto de uma pessoa. É como se tirasse milhares de fotos ao mesmo tempo, é informação demais para processar.
Mas não parou por aí: hoje ela tem twitter e facebook, onde conversa com pessoas e responde diversas dúvidas sobre o autismo. Com ajuda do pai, ela escreveu um livro chamado Carly’s Voice. Ela também contribuiu com informações para a criação de um site que simula a sua experiência diária com toda a descarga sensorial que recebe em situações cotidianos, como ir a um café. Veja como um autista se sente apertando o play abaixo:
Se gostou da história, veja também a resposta de Carly para perguntas de várias pessoas que vivem com parentes ou amigos autistas, e que tiveram a primeira chance de entender um pouco do universo deles:
- Meu filho de seis anos fica triste e chora com frequência, e eu não consigo entender o porquê. Você tem alguma sugestão de como eu posso descobrir o que está errado?
Carly: Pode ser muitas coisas. Será que ele está tomando algum medicamento? Eu tive muitas mudanças extremas de humor, como chorar e sentir raiva sem motivo, por causa da medicação. Também poderia ser algo que aconteceu mais cedo ou dias atrás e que ele está processando apenas agora.
- Alguma vez você gritou aparentemente sem motivo? Por exemplo, você parecia feliz e relaxada, mas de repente começou a gritar? Minha filha faz isso às vezes e eu estou tentando descobrir o porquê.
Eu amo esta pergunta. Ela está fazendo uma filtragem dos sons e quebrando os ruídos e conversas que tem ouvido ao longo do dia. [O cérebro dos autistas funciona de maneira diferente e se sobrecarrega com estímulos externos, como sons, luzes, imagens e cheiros. Gritar, tapar os ouvidos, fazer ruídos ou movimentos repetitivos, segundo Carly, são uma forma de bloquear esses estímulos e se concentrar em apenas um]. Além dos gritos, você pode nos ver chorando ou rindo, tendo convulsões e até manifestando raiva. É a nossa reação ao, finalmente, entender as coisas que foram ditas e feitas no último minuto, dia ou até mês passado. Sua filha está bem.
- Será que você poderia me dizer por que meu filho de quatro anos de idade (que tem autismo) grita no carro cada vez que paramos em um semáforo. Ele está bem e feliz enquanto o carro se move, mas, uma vez que paramos, ele grita e faz uma birra incontrolável.
Eu amo longas viagens de carro, elas são uma ótima forma de estímulo sem você precisar fazer nada. O movimento do carro e cenário visual passando por ele permite que você bloqueie qualquer outra entrada sensorial e se concentre em apenas uma. Meu conselho é colocar uma cadeira de massagem no banco do carro. Assim, quando ele parar, seu filho ainda estará sentindo o movimento. Você pode também colocar um DVD mostrando um cenário em movimento.
- Você pode descrever como se sente por dentro? Você acha que é diferente de crianças que não têm autismo?
O problema é que eu não sei o que as outras crianças sem autismo estão sentindo. Eu tenho lutas comigo todos os dias, desde que acordo até a hora de ir dormir. Não posso nem ir ao banheiro sem dizer a mim mesma para não pegar o sabonete e cheirá-lo ou sem lutar comigo mesma para não esvaziar todos os frascos de xampu.
- Existem coisas que você considera mais desafiadoras, como abotoar sua roupa ou cortar a comida com uma faca? Por que você acha que não pode fazer esse tipo de coisa? O que acha que poderíamos fazer para ajudar?
Algumas coisas eu acho que posso fazer, mas é preciso muita concentração para isso. Ficar sentada e digitar é algo muito avassalador para mim – eu preciso fazer pausas e dizer a mim mesma para fazê-lo. Eu não acho que as pessoas realmente sabem como é difícil. Parece tão fácil para todo mundo, mas é como falar três línguas ao mesmo tempo.

sábado, 23 de março de 2013

Hora do planeta!

Com evento, entidade ambientalista convida sociedade a apagar as luzes em todo o mundo para refletir sobre aquecimento global.

Pelo quinto ano consecutivo, o World Wildlife Fund (WWF-Brasil) promove o movimento global Hora do Planeta. No dia 23 de março, das 20h30 às 21h30 no horário de cada país, espera-se que milhões de pessoas ao redor do mundo apaguem as luzes em um ato simbólico, não para economizar energia, mas para que promover uma reflexão sobre o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.
Desde 2009, um número crescente de cidades, empresas e pessoas no Brasil aderiu ao movimento, apagando as luzes de seus monumentos, escritórios ou casas e organizando atividades especiais para mostrar apoio na batalha contra as mudanças climáticas. Em 2012, mais de 130 municípios brasileiros aderiram oficialmente ao evento.

 Fonte: Terra

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

sábado, 7 de julho de 2012

Campeonato de quadrilhas!

Lindo, lindo lindo!!! Isso aqui é um Brasil, cheio de cores, de muitos amores e cheio de vida!!!!


segunda-feira, 25 de junho de 2012

23° Edição do Prêmio da música da Brasileira!!!

 Lançada em 1987, a premiação incentiva a descoberta de talentos e premia artistas consagrados e novos.  Faz isso celebrando a música nacional: a cada ano, homenageia um artista brasileiro. Em 2012, João Bosco é o escolhido.

Vinicius de Moraes, Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria & Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Kéti e Dominguinhos, Clara Nunes, D. Ivone Lara e Noel Rosa já foram relembrados no Prêmio. Um time plural como a música brasileira.

Um conselho – formado por Gilberto Gil, João Bosco, Yamandú Costa, Wanderlea, Zuza Homem de Mello, Antonio Carlos Miguel e pelo idealizador do Prêmio, José Maurício Machline – determina o regulamento, o homenageado e o os 26 jurados que formarão o júri a cada edição. São críticos, jornalistas e músicos que definem os selecionados e os três finalistas: ao todo, são 111 indicados. O resultado é revelado na festa de entrega, numa noite sempre emocionante.


domingo, 24 de junho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012



A festa de São João é talvez a mais importante comemoração das festas dos santos populares e ocorrem no mês de junho. Uma das teorias sobre a origem das festas juninas é que elas teriam surgido justamente a partir do nome de São João: as festas seriam antes chamadas de "Joaninas". Logo nos primeiros segundos do dia 24 de junho - data de nascimento do santo - já se ouve o estalar dos fogos de artifício festejando a figura de São João Batista por todo o país. A seguir, você poderá saber mais sobre o santo que deu origem a essa data comemorativa.

As tradições de São João

Segundo a Bíblia, a mãe de João Batista, Isabel, era prima de Maria, mãe de Jesus. Sendo assim, os dois eram primos de segundo grau. Os historiadores acreditam que João teria nascido cerca de 7 anos antes de Cristo. No dia de seu nascimento, 24 de junho, sua mãe, Isabel, teria mandado erguer um mastro iluminando-o com uma fogueira para que sua prima, Maria, vendo aquele sinal, soubesse que seu bebê havia nascido. Daí teriam vindo as tradições de se acender fogueiras e erguer-se mastros como forma de homenagear o santo.
A tradição conta ainda que Maria teria ido logo visitar o recém nascido João Batista levando-lhe como oferenda um feixe de folhas secas perfumadas, flores e uma capelinha, que hoje também são símbolos das festividades.

A história de São João

O pai de João, Zacarias, era sacerdote e sua mãe, Isabel, também fazia parte da sociedade religiosa da época. Assim, João Batista cresceu em meio aos ritos religiosos e tornou-se um profeta entre os judeus, responsável pela tradição judaica do batismo, o qual realizava nas águas do rio Jordão. Ao tomar a decisão de batizar também os gentios (pagãos) que decidiam se converter ao judaísmo, o profeta angariou admiradores e também inimigos.
Como profeta, João anunciava a vinda do Messias que era esperado pelos judeus como a esperança de tornar seu povo uma nação independente. Quando Jesus foi ao encontro do profeta para que ele o batizasse, João admirou-se e teve sua fé fortalecida. A bíblia diz que, ao batizar Cristo, uma pomba - símbolo do Espírito Santo - sobrevoou o rio e ouviu-se uma voz dizer: "este é Meu filho amado com o qual Me alegro".
João Batista já era seguido por uma multidão quando passou a clamar contra o Rei Herodes condenando sua postura de ter repudiado sua esposa para ficar com sua cunhada, Herodíades. Embora o rei dissesse não se importunar com as pregações do profeta, após assistir uma belíssima dança de Salomé, filha de Herodíades, prometeu dar-lhe qualquer presente que a jovem pedisse. Salomé não pensou duas vezes, e pediu de presente a cabeça de João Batista, a qual lhe foi depois entregue em uma bandeja de prata.
As festas de São João trazem algumas tradições:

É considerado o Santo Protetor:

  • dos casados e enfermos
  • protege contra dores de cabeça e garganta
As comidas - Prevalecem as derivadas do milho, mas encontramos outras variações: canjica, pamonha, curau, mugunzá, pipoca, milho cozido, milho assado, arroz doce, pé-de-moleque, bolo de macaxeira, quentão.
Danças- A quadrilha, de origem européia, é sem dúvida a mais popular. Também existem as chamadas danças de fitas.
O Mastro - O levantamento do mastro de São João se dá no anoitecer da véspera do dia 24. O mastro sustenta uma bandeira que pode ter dois formatos, em triângulo com a imagem dos três santos, São João, Santo Antônio e São Pedro ou em forma de caixa, com apenas a figura de São João com o carneirinho. Seu hasteamento é acompanhado pelos devotos, padre que realiza as orações e benze o mastro.

A cantiga:

Se São João soubesse
Quando era o seu dia
Descia do céu à terra
Com prazer e alegria
Minha mãe quando é meu dia?
- Meu filho, já se passou!
- Numa festa tão bonita
Minha mãe não me acordou?
Acorda João!
Acorda João!
João está dormindo
Não acorda, não!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Disciplina do pensamento...

Você consegue imaginar quantos pensamentos temos por dia?
Estudiosos informam que temos entre sessenta a noventa e cinco mil pensamentos em vinte e quatro horas.

É uma quantidade realmente muito grande...
Isso significa, por exemplo, que durante esta mensagem poderemos chegar a ter entre duzentos a trezentos e trinta pensamentos!

Trazemos então uma primeira reflexão: Quantos desses tantos pensamentos diários são bons, úteis? Quantos são maus, inúteis?
Infelizmente a maioria deles ainda não pode ser classificada como pensamentos saudáveis e construtivos, porém, existem formas de se disciplinar o pensar, pois bem pensar é a elevada forma de se viver.

Aqui vão alguns ensinamentos importantes a respeito da disciplina do pensamento.
Se meditarmos em assuntos elevados, na sabedoria, no dever, no sacrifício, nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades de nosso pensamento.
É por isso que a prece improvisada, ardente, o impulso da alma para as potências infinitas, tem tanta virtude.

É preciso aprender a fiscalizar os pensamentos, a discipliná-los, a imprimir-lhes uma direção determinada, um fim nobre e digno.
Cada tipo de pensamento tem que ter a sua hora, o seu lugar. Não devemos estar em casa, com a família, e com os pensamentos em outro lugar, como, por exemplo, no ambiente de trabalho.

Cada vez que surja um mau pensamento, essa fiscalização fará com que um alerta se acenda em nós, e tomemos alguma atitude para expulsá-lo o mais rápido possível.
É bom também viver em contato, pelo pensamento, com escritores de gênio, com os autores verdadeiramente grandes de todos os tempos e países, lendo, meditando sobre suas obras, impregnando o nosso ser da substância de suas almas.

É necessário escolhermos com cuidado nossas leituras, depois amadurecê-las e assimilar-lhes a quintessência. Em geral lê-se demais, lê-se depressa e não se medita.
O estudo silencioso e recolhido é sempre fecundo para o desenvolvimento do pensamento. É no silêncio que se elaboram as obras fortes.

Há também a prática de meditar. Na meditação o Espírito se concentra, volta-se para o lado grave e solene das coisas. A luz do mundo espiritual banha-o com suas ondas.
Evitemos as discussões ruidosas, as palavras vãs, as leituras frívolas.

Sejamos sóbrios de jornais, TV e Internet. O contato com essas mídias, fazendo-nos passar continuamente de um assunto para outro, torna o Espírito ainda mais instável.
A alma oculta profundezas onde o pensamento raras vezes desce, porque mil objetos externos ocupam-no incessantemente.

Disciplinar os pensamentos significa disciplinar a vida, e escolher caminhos mais seguros.
Na nascente de todos os atos, palavras e idéias estão os pensamentos. Mudemos a matriz e teremos uma vida renovada e mais feliz.
Lembremo-nos: bem pensar é a elevada forma de viver!

Redação do Momento Espírita com base no cap. XXIV, do livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Adele...


Simplesmente magnífica!!!!
A-D-O-R-O!!!




sábado, 4 de fevereiro de 2012

Pré-Carnaval em BRASÍLIA !!!

E o Carnaval Candango já tá BOMBANDO...
...e à todo vapor !!!

Neste sábado (04/02/2012) marcamos presença em dois blocos tradicionais de 
Brasília, veja algumas fotos abaixo:

BLOCO SUVACO DA ASA
(Cruzeiro/Sudoeste)





-------

BLOCO NÓS QUE NOS AMAMOS TANTO
(201 Sul)










----------------

Na próxima semana de Pré-Carnaval (11/02/2012) teremos
um ENCONTRÃO DE BLOCOS
na 302 Norte.
(No tradicional local de concentração do PACOTÃO !!!)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Saudade do meu Tocantins!


Ponte Alta do Tocantins é considerada o portão de entrada do Jalapão. O nome da cidade está associado ao Rio Ponte Alta que nasce nas veredas da serra, chegando já volumoso no ponto em que corta a cidade.
O Rio Ponte Alta sobe no verão e deixa seu rastro na temporada da seca, por isso a construção da ponte de madeira na cidade. O rio forma belas praias, entre elas a Praia do Tamboril, uma das mais populares da região com areias brancas. Seu nome se deve a um frondoso tamboril que está na sua margem direita.

O local enfrenta problemas de erosão, exigindo uma aplicação de um plano de manejo.
A região de ponte Alta oferece diversos passeios e atrativos naturais como a cachoeira do Lajeado, os cânions do Sussuapara, a cachoeira da Fumaça, no rio das Balsas, o lago do Caldeirão, e está próxima a outros atrativos do Parque Estadual do Jalapão, um ecossistema único de biodiversidade. A cidade possui infra - estrutura básica de hospedagem, alimentação e guias.











segunda-feira, 29 de agosto de 2011

.:Rock in Rio:.


Esse grandioso evento do Rock, foi realizado pela primeira vez em 1985. E tudo foi organizado no coração do Brasil, o nosso Rio de Janeiro. E como fez muito sucesso tornou um evento de repercussão mundial! E em 2004 teve a sua primeira edição internacional em Lisboa, Portugal.

Ao longo da sua história, o Rock in Rio teve nove edições, três no Brasil, quatro em Portugal e duas na Espanha. Em 2008, foi realizado pela primeira vez em dois locais diferentes, Lisboa e Madrid.

Entre 23 de setembro e 2 de outubro de 2011, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro acontecerá esse grande evento musical!

As atrações do evento serão divididas em dois palcos. O Palco Mundo é destinado a grandes bandas internacionais e nacionais. O Palco Sunset, por sua vez, vai promover encontros entre artistas consagrados e novos nomes da música nacional.

Veja abaixo as bandas já anunciadas para cada dia do festival.

Dia Pop - 23 de setembro

Show de abertura: Paralamas do Sucesso e Titãs vão fazer o show de abertura, com a participação de Milton Nascimento, Orquestra Sinfônica Brasileira e Maria Gadú
Palco Mundo:
Katy Perry, Elton John, Rihanna e Claudia Leitte
Palco Sunset:
Móveis Coloniais de Acaju + Orkestra Rumpilezz + Mariana Aydar; Ed Motta + Rui Veloso + convidado; Bebel Gilberto + Sandra de Sá; The Asteroids Galaxy Tour + convidado
Pista eletrônica: DJ DRK (Brasil), Leo Janeiro (Brasil), Life is a Loop (Brasil), Ferry Corsten (Holanda), Above & Beyond (Inglaterra)

Dia Rock - 24 de setembro

Palco Mundo: Red Hot Chili Peppers, Snow Patrol, Stone Sour, Capital Inicial e NX Zero
Palco Sunset: Marcelo Yuka + Cibelle + Karina Buhr + Amora Pêra; Tulipa Ruiz + Nação Zumbi; Milton Nascimento + Esperanza Spalding; Mike Patton/Mondo Cane + Orquestra Sinfônica de Heliópolis
Pista eletrônica: Flow & Zeo (Brasil), Mary Zander (Brasil), Nicole Moudaber (Londres/Ibiza), DJ Vibe (Portugal), Danny Tenaglia (Estados Unidos)

Dia Metal - 25 de setembro

Palco Mundo: Metallica, Motörhead, Coheed and Cambria, Slipknot e Glória
Palco Sunset: Matanza + BNegão; Korzus + The Punk Metal Allstars; Angra + Tarja Turunen; Sepultura + Tambours du Bronx
Pista eletrônica: Killer On The Dancefloor (Brasil), The Twelves (Brasil), Steve Aoki (Estados Unidos), Boyz Noise (Alemanha)

Dia 29 de setembro

Palco Mundo: Stevie Wonder, Jamiroquai, Janelle Monáe, Joss Stone, Ke$ha e Concerto Sinfônico Legião Urbana
Palco Sunset:
Áfrika Bambaataa + Paula Lima, Diogo Nogueira + Davi Moraes, Baile do Simonal (Max de Castro + Wilson Simoninha) e Curumin + Marcelo Jeneci.
Pista eletrônica: Masters At Work

Dia 30 de setembro

Palco Mundo: Shakira, Lenny Kravitz, Marcelo D2, Ivete Sangalo e Jota Quest
Palco Sunset:
Buraka Som Sistema + Mixhell; João Donato + Céu; Cidade Negra + Martinho da Vila + Emicida; Monobloco + Macaco
Pista eletrônica: DJ Ingrid (Brasil), Renato Rathier (Brasil), Guy Boratto (Brasil), Guy Gerber (Israel), Luciano (Chile)

Dia Rock Alternativo - 1º de outubro

Palco Mundo: Maroon 5, Maná, Coldplay, Skank e Frejat
Palco Sunset: Cidadão Instigado + Júpiter Maçã; Tiê + Jorge Drexler; Zeca Baleiro + Concha Buika; Erasmo Carlos + Arnaldo Antunes
Pista eletrônica: DJ Harvey (Londres/Los Angeles), Body and Soul NYC USA

Dia 2 de outubro

Palco Mundo: Guns N' Roses, System of a Down, Evanescence, Pitty e Detonautas
Palco Sunset:
The Monomes + David Fonseca; Mutantes + Tom Zé; Titãs + Xutos & Pontapés; Marcelo Camelo + Convidado
Pista eletrônica: Nalaya Brown (Tenerife), Boss In Drama (Brasil), Rodrigo Penna (Brasil), Meme (Brasil), Dimitri From Paris (Turquia), Hercules & Love Affair (Estados Unidos)

E o que é mais triste!... Não consegui comprar o meu ingresso!!! = /


Esgotado!!!!

= / = ( = /


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Johnny Depp toca com Alice Cooper em clube de Londres

O ator surpreendeu a todos quando subiu no palco e assumiu a guitarra no show de Cooper, seu amigo desde de 1984.

enviar por e-mail
Johnny Depp toca com Alice Cooper em clube de Londres O ator surpreendeu a todos quando subiu no palco e assumiu a guitarra no show de Cooper, seu amigo desde de 1984
* campos são obrigatórios
corrigir
Johnny Depp toca com Alice Cooper em clube de Londres O ator surpreendeu a todos quando subiu no palco e assumiu a guitarra no show de Cooper, seu amigo desde de 1984
* campos obrigatórios


Johnny Depp e Alice Cooper no palco do clube 1000, em Londres: participação low-profile

Amigos desde 1984, quando os dois contracenaram no filme de terror “A Hora do Pesadelo 6 - A Morte de Freddy", Johnny Depp e Alice Cooper se reuniram no palco do clube inglês 100, na Rua Oxford, em Londres, neste sábado (25) para um show do cantor veterano. Depp surpreendeu os poucos convidados presentes ao assumir a guitarra no clássico “Another Brick in The Wall”, do Pink Floyd, e em "18" e School's Out", de Cooper.



“Acho que poderíamos ter outro guitarrista, certo? Johnny, se esse negócio de cinema não der certo, junte-se a nos, ok?”, disse Cooper no palco ao ator, segundo informações do jornal “The Sun”.

Os fãs de Cooper, que colocou uma serpente no pescoço em alguns momentos da apresentação, ficaram impressionados com as habilidades de Depp, que não disse uma palavra enquanto no palco: “Johnny estava tocando guitarra e ele sabe mesmo como fazer isso” @100clubLondon estava realmente vivo hoje, um dos melhores shows da história”, postou um deles no Twitter.

Depp, que tinha uma banda, a supergroup P, com as celebridades da música Flea, do Red Hot Chilli Peppers, e Steve Jones, do Sex Pistols, já tocou com o Oasis, Patti Smith e Eddie Vedder, do PearlJam.


(Via IG)

domingo, 12 de junho de 2011

Festa junina de sábado 11 / 06.




Neste sábado fomos na festa junina do SINPRO! Muito BOM!!!

A muito tempo não via uma quadrilha tão bem dançada, banda no palco tocando,
as barraquinhas de guloseimas bem organizadas e
uma fogueira gigante que aqueceu o friozinho da noite!


Tudo muito bom!!!
Esse mês de junho e julho já é tradição em Brasília as festas juninas de escolas,
igrejas, sindicatos e clubes!!!


Já estou ansiosa para ver o campeonato de quadrilhas !!!

Postarei vídeos!

Abraços a todos,
Nanda Dias.

domingo, 5 de junho de 2011

looks para Festas Juninas!


A época do ano que todos adoram, dançar quadrilha comer
comidas típicas e se vestir para São João. Vai aqui, algumas dicas de looks para
essas festas. Quando se fala em Festas Juninas automaticamente pensamos
em xadrez, botas e jeans. Essas peças são essenciais mas é legal ousar um
pouco mais e sair um pouco do óbvio. Deixar o look um pouco mais folk,
usar estampas, ousar nas cores, tecidos e acessórios também
são bacanas. O lema é se divertir! Mas com muito estilo!


E também tem os vestidos típicos!



Boas festas!!!

Nanda Dias.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Brasília terá Encontro sobre Afetividade e Sexualidade.


I Encontro de Educadores pela Vida

Educar para o amor! Esse tem sido um grande desafio para muitos pais, professores, catequistas, padres, orientadores e outros profissionais que lidam diariamente com crianças e adolescentes.
E diante da responsabilidade de torná-los preparados para uma vida afetiva e sexual realizadora e significativa, a Comissão Arquidiocesana de Bioética e Defesa da Vida, de Brasília, realizará, no dia 28 de maio de 2011, o I Encontro de Educadores pela Vida, que terá como tema:

Afetividade e Sexualidade: chamados ao verdadeiro amor.

O Encontro ocorrerá no auditório do Colégio Cor Jesu, na L2 615 Sul, das 8h às 18h. E será ministrado pelo professor Felipe Nery*, Diretor do Colégio São Bento de São Paulo-SP.
Aproveite essa oportunidade preciosa. Participe e divulgue!
O valor da inscrição é de R$ 20,00, incluindo o almoço.

Temas que serão abordados:
  • Família: Santuário Doméstico da Igreja
  • Pais profissionais
  • O Dom da Sexualidade
  • A Aventura do Verdadeiro Amor
  • Como falar aos jovens sobre sexualidade
Para se inscrever:
  • Tel: (61) 9947-1540 (Cristiane), ou
  • E-mail: encontrofn2011@hotmail.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Preencha e entregue a Ficha de Inscrição:

I Encontro de Educadores pela Vida:
  • Data: 28/maio/2011
  • Horário: Das 8h às 18h
  • Local: Auditório do Colégio Cor Jesu, L2 615 Sul
  • Valor: R$ 20,00 (incluindo almoço)
  • Públio-alvo: Professores, catequistas, sacerdotes, lideranças jovens, pais, psicólogos, orientadores educacionais e educadores em geral.

*Felipe Nery Martins Neto

  • 35 anos, casado e pai de cinco filhos
  • Diretor do Colégio São Bento de São Paulo
  • Membro do Instituto Superior de Educação Personalizada – ISEP
  • Presidente da União Nacional pela Promoção e Defesa da Família – PRODEF
  • Colaborador do Programa Protege Tu Corazón - PTC
  • Representante em São Paulo da Human Life International
  • Professor de religião e catequese para jovens e crianças
  • Formador das religiosas da “Toca de Assis” na cidade de Santos
  • Orientador Familiar
  • Moderador de jovens - Grupo "Lanche Filósofico" na cidade de SP

domingo, 1 de maio de 2011

THOR


O Marvel Studios continua em Thor (2011) a construção de seu universo adaptado das histórias em quadrinhos nas telas. O grande diferencial do longa-metragem do Deus do Trovão, porém, em tempos em que se procura um suposto "realismo" nas histórias de super-heróis para os cinemas, é a aposta em uma aventura das mais fantasiosas - uma que começa a trazer a essa mídia alguns dos conceitos mais complexos e imaginativos do Universo Marvel.

Até Thor, as produções controladas pela Marvel nos cinemas, os dois Homem de Ferro e O Incrivel Hulk, resumiram-se às aventuras embasadas na ciência. Agora, essa ciência ganha contornos muito mais fantásticos que Raios Gama e Geradores de Arco. O público começa a ser apresentado ao outro lado do Universo Marvel, em que magia e outros planos de existência vão surgindo.

Em Thor, afinal, somos apresentados aos asgardianos, seres imortais de outra dimensão, que, ao revelarem-se aos vikings, foram confundidos com deuses, iniciando a mitologia nórdica. Thor (Chris Hemsworth) é um príncipe desse povo, um jovem impetuoso e tolo, cujas ações desencadeiam uma nova guerra contra os Gigantes do Gelo, liderados pelo Rei Laufey (Colm Feore). Banido para a Terra por seu pai, Odin (Anthony Hopkins), ele precisa aprender lições de humildade se quiser tornar-se digno de brandir novamente sua arma, o martelo Mjolnir, e com ele seu poder imortal.

Toda a construção de Asgard, a morada dos asgardianos, enche os olhos, assim como a cultura desse povo. Figurinos, o design da cidade, a iluminação e as cores, é tudo impressionante - especialmente para quem cresceu lendo as aventuras do Deus do Trovão nas histórias em quadrinhos. Asgard nunca foi tão bem retratada no papel ou fora dele.

A seleção de Hopkins como o "Pai de Todos", Odin, é igualmente acertada. O ator dá enorme peso e nobreza ao personagem. Hemsworth, por sua vez, não compromete (seu peso é outro, em massa muscular). É Tom Hiddleston, o Loki, quem tem qualidade para segurar-se ao lado do oscarizado veterano. O inglês, que já trabalhou com o diretor Kenneth Branagh na série Wallander, divide com Hopkins as melhores cenas do filme, entregando ao cineasta a qualidade "shakespeareana" que o levou a se interessar pela história.

Branagh também aproveita a natureza épica do roteiro para criar batalhas emocionantes, à altura das maiores aventuras do personagem nas páginas dos quadrinhos. O embate de Thor com o Destruidor, por exemplo, é um dos mais empolgantes já mostrados em filmes do gênero.

Os problemas de Thor começam quando a trama, escrita por J. Michael Straczynski e Mark Protosevich, sai do plano de Asgard em direção à Terra. A necessidade de tornar a trama mais palatável ao grande público obriga o roteiro a martelar relacionamentos e situações mais próximas da realidade do espectador. Entra em cena então o núcleo formado por Natalie Portman (Jane Foster), Stellan Skarsgård (Dr. Selvig) e Kat Dennings (Darcy, um forçadíssimo alívio cômico), que servem como a âncora de Thor em nosso mundo. É fato que Natalie Portman é adorável... mas que uma noite de conversa fiada ao lado da fogueira baste para que Thor se apaixone e torne-se um protetor jurado de nosso planeta, à serviço de suas forças governamentais, é mais difícil de acreditar do que um mundo povoado por vikings imortais.

É um vício de roteiro difícil de relevar, por mais que o lado fã fale mais alto e vibre a cada referência e easter egg do Universo Marvel - do outdoor de "Journey Into Mistery" à participação de Jeremy Renner como Gavião Arqueiro, passando pela menção a Bruce Banner e a cena pós-créditos que deixa tudo pronto para o filme d´Os Vingadores. Apoiar-se em Shakespeare teria bastado. Aliás, basta há séculos.

Igualmente estranha é a opção de Branagh de filmar quase tudo no "ângulo holandês". Em linguagem cinematográfica, a inclinação da linha do horizonte é usada para causar desequilibrio e sensação de deslocamento. Mas quando o recurso é usado em excesso, o resultado em certos momentos beira a comicidade. Essa estética, combinada ao 3D, que pouco acrescenta ao filme, tira muito do mérito de Thor.

De qualquer maneira, por ampliar nas telas os limites do Universo Marvel para além da ciência, por deixar de lado o realismo e manter a diversão como foco e por abrir caminho para outras ideias (novamente, fique até o final dos créditos), a "Jornada aos Mistérios" de Thor é obrigatória aos fãs.

Érico Borgo Via Omelete