terça-feira, 19 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Atrizes lindas, personagens horrorosas!
Cameron Diaz - A atriz, acostumada a papéis que destacam sua beleza, como em "As Panteras - Detonando", viveu a modesta Lotte Schwartz no filme "Quero ser John Malkovich". O maquiador Gucci Westman afirmou que "foi um desafio" fazer Cameron parecer rústica.
Charlize Theron - A beleza da sul-africana pode ser conferida em filmes como "Aeon Flux". Porém, foi no filme "Monster", sobre a assassina em série Aileen Wuornos, que o mundo reconheceu o grande talento dramático da artista. Charlize engordou 13 quilos e usou uma prótese dentária para o papel, que rendeu-lhe o Oscar de melhor atriz em 2004.
Gwyneth Paltrow - A atriz, que fez a bela Virginia "Pepper" Potts, em "Homem de Ferro", aparece com um visual bem assustador para seu próximo filme, "Contagion", com estreia prevista para 2012. No filme de Steven Soderbergh, a personagem de Gwyneth contrai uma doença altamente transmissível, que a deixa com uma aparência nada atraente.
Cristiana Oliveira - Cristiana Oliveira, que viveu Zuleica na novela Paraíso" (Globo), ganhou 15 kg para viver a presidiária Araci Laranjeira, em "Insensato Coração" (Globo). Cristiana abdicou da vaidade, mas ganhou elogios pela performance. Além de passar a comer mais carboidratos e doces, ela levantou peso para chegar à aparência masculinizada de Araci.
domingo, 1 de maio de 2011
THOR

O Marvel Studios continua em Thor (2011) a construção de seu universo adaptado das histórias em quadrinhos nas telas. O grande diferencial do longa-metragem do Deus do Trovão, porém, em tempos em que se procura um suposto "realismo" nas histórias de super-heróis para os cinemas, é a aposta em uma aventura das mais fantasiosas - uma que começa a trazer a essa mídia alguns dos conceitos mais complexos e imaginativos do Universo Marvel.
Até Thor, as produções controladas pela Marvel nos cinemas, os dois Homem de Ferro e O Incrivel Hulk, resumiram-se às aventuras embasadas na ciência. Agora, essa ciência ganha contornos muito mais fantásticos que Raios Gama e Geradores de Arco. O público começa a ser apresentado ao outro lado do Universo Marvel, em que magia e outros planos de existência vão surgindo.
Em Thor, afinal, somos apresentados aos asgardianos, seres imortais de outra dimensão, que, ao revelarem-se aos vikings, foram confundidos com deuses, iniciando a mitologia nórdica. Thor (Chris Hemsworth) é um príncipe desse povo, um jovem impetuoso e tolo, cujas ações desencadeiam uma nova guerra contra os Gigantes do Gelo, liderados pelo Rei Laufey (Colm Feore). Banido para a Terra por seu pai, Odin (Anthony Hopkins), ele precisa aprender lições de humildade se quiser tornar-se digno de brandir novamente sua arma, o martelo Mjolnir, e com ele seu poder imortal.
Toda a construção de Asgard, a morada dos asgardianos, enche os olhos, assim como a cultura desse povo. Figurinos, o design da cidade, a iluminação e as cores, é tudo impressionante - especialmente para quem cresceu lendo as aventuras do Deus do Trovão nas histórias em quadrinhos. Asgard nunca foi tão bem retratada no papel ou fora dele.
A seleção de Hopkins como o "Pai de Todos", Odin, é igualmente acertada. O ator dá enorme peso e nobreza ao personagem. Hemsworth, por sua vez, não compromete (seu peso é outro, em massa muscular). É Tom Hiddleston, o Loki, quem tem qualidade para segurar-se ao lado do oscarizado veterano. O inglês, que já trabalhou com o diretor Kenneth Branagh na série Wallander, divide com Hopkins as melhores cenas do filme, entregando ao cineasta a qualidade "shakespeareana" que o levou a se interessar pela história.
Branagh também aproveita a natureza épica do roteiro para criar batalhas emocionantes, à altura das maiores aventuras do personagem nas páginas dos quadrinhos. O embate de Thor com o Destruidor, por exemplo, é um dos mais empolgantes já mostrados em filmes do gênero.
Os problemas de Thor começam quando a trama, escrita por J. Michael Straczynski e Mark Protosevich, sai do plano de Asgard em direção à Terra. A necessidade de tornar a trama mais palatável ao grande público obriga o roteiro a martelar relacionamentos e situações mais próximas da realidade do espectador. Entra em cena então o núcleo formado por Natalie Portman (Jane Foster), Stellan Skarsgård (Dr. Selvig) e Kat Dennings (Darcy, um forçadíssimo alívio cômico), que servem como a âncora de Thor em nosso mundo. É fato que Natalie Portman é adorável... mas que uma noite de conversa fiada ao lado da fogueira baste para que Thor se apaixone e torne-se um protetor jurado de nosso planeta, à serviço de suas forças governamentais, é mais difícil de acreditar do que um mundo povoado por vikings imortais.
É um vício de roteiro difícil de relevar, por mais que o lado fã fale mais alto e vibre a cada referência e easter egg do Universo Marvel - do outdoor de "Journey Into Mistery" à participação de Jeremy Renner como Gavião Arqueiro, passando pela menção a Bruce Banner e a cena pós-créditos que deixa tudo pronto para o filme d´Os Vingadores. Apoiar-se em Shakespeare teria bastado. Aliás, basta há séculos.
Igualmente estranha é a opção de Branagh de filmar quase tudo no "ângulo holandês". Em linguagem cinematográfica, a inclinação da linha do horizonte é usada para causar desequilibrio e sensação de deslocamento. Mas quando o recurso é usado em excesso, o resultado em certos momentos beira a comicidade. Essa estética, combinada ao 3D, que pouco acrescenta ao filme, tira muito do mérito de Thor.
De qualquer maneira, por ampliar nas telas os limites do Universo Marvel para além da ciência, por deixar de lado o realismo e manter a diversão como foco e por abrir caminho para outras ideias (novamente, fique até o final dos créditos), a "Jornada aos Mistérios" de Thor é obrigatória aos fãs.
sexta-feira, 11 de março de 2011
"Rango" O filme!

É mais ou menos essa a premissa de "Rango", escrito por John Logan, que já acumula duas indicações ao Oscar ("Gladiador" e "O Aviador"). Preso em uma caixa de vidro, sem interagiar com ninguém, o réptil do título vive em um mundo ilusório, criando folhetins num arremedo de Shakespeare para passar o tempo e tentar arranjar alguma identidade em sua rotina de animal doméstico exótico. Ele acaba caindo do carro dos donos no meio do Deserto de Mojave, na Califórnia, e vai parar numa cidadezinha típica de faroeste, mas com bichos: ratos, esquilos, galinhas, tartarugas, lebres, tatus e por aí vai.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Os filmes que devem animar 2011

A volta de Jack Sparrow, o fim de Harry Potter e a chegada do Deus do Trovão prometem diversão nos cinemas.
"Bravura Indômita" (21 de janeiro)Refilmagem do clássico homônimo estrelado por John Wayne em 1969, o novo trabalho dos irmãos Ethan e Joel Coen, vencedores do Oscar por "Onde Os Fracos Não Têm Vez", vem sendo tratado como um retorno às raízes do western. Seu roteiro conta a história de um velho xerife (Jeff Bridges) que auxilia uma órfã (Hailee Steinfeld) a capturar o assassino de seu pai (Josh Brolin)
Um Lugar Qualquer" (28 de janeiro)
Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza de 2010, "Um Lugar Qualquer" é o quarto filme dirigido pela cineasta Sofia Coppola, que tem no currículo os elogiados "Encontros e Desencontros" e "Maria Antonieta". Na trama um ator encrenqueiro (Stephen Dorff) que vive no hotel Chateau Marmont, em Hollywood, é forçado a rever suas escolhas ao receber a visita da filha de onze anos (Elle Fanning).
"Cisne Negro" (4 de fevereiro)
Novo filme do diretor de "O Lutador", Darren Aronofsky, "Cisne Negro" acompanha a conturbada relação de uma dançarina de balé veterana (Natalie Portman) e sua possível rival (Mila Kunis) durante o período que antecede a estreia de um espetáculo. Com clima pesado e atuações elogiadíssimas, o longa-metragem deve estar na lista do Oscar de 2011."O Discurso do Rei" (4 de fevereiro) Baseado na história real do monarca inglês Jorge VI (Colin Firth), "O Discurso do Rei" aborda o momento decisivo na vida do governante, que durante a Segunda Guerra Mundial precisa vencer a gagueira nervosa e levar o país à vitória. Forte concorrente ao Oscar, o filme ainda conta com Helena Bonham Carter no papel da esposa do rei e Geoffrey Rush como seu mentor.
"Sucker Punch – Mundo Surreal" (25 de março)
Zack Snyder, diretor das adaptações dos quadrinhos "300" e "Watchmen", resolveu apostar em um roteiro original de sua autoria e produziu "Sucker Punch – Mundo Surreal", história da garota (Emily Browning) que é internada em uma instituição mental por seu padrasto e acaba refugiando-se em sua imaginação, um mundo que mistura dragões, militares, samurais e diversas referências do universo nerd."Rio" (8 de abril)
Depois de emplacar os últimos sucessos da saga "A Era do Gelo", o diretor brasileiro Carlos Saldanha se prepara para lançar "Rio", animação que mostra a aventura um pássaro caseiro norte-americano que é levado ao Rio de Janeiro para acasalar com a última fêmea de sua espécie e acaba sequestrado por criminosos."Thor" (29 de abril) Depois do sucesso de "Homem de Ferro", a Marvel resolveu produzir filmes dos heróis que integram uma de suas principais equipes, os Vingadores. "Thor", que conta a história de como o Deus do Trovão (Chris Hemsworth) foi banido por seu pai e exilado na Terra, promete fazer tanto barulho como as aventuras do playboy Tony Stark (Robert Downey Jr).
"Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas" (20 de maio)
Apesar de ser o quarto filme da franquia "Piratas do Caribe", "Navegando em Águas Misteriosas" inaugura uma nova etapa na vida do capitão pirata Jack Sparrow (Johnny Depp), sendo a primeira parte de uma trilogia que deve fazer tanto sucesso quanto a original. Dessa vez Jack promove uma busca pela mítica fonte da juventude acompanhado de uma misteriosa mulher (Penélope Cruz) e do temido Barba Negra (Ian McShane)."Se Beber, Não Case! 2" (27 de maio)
A comédia ""Se Beber, Não Case!" fez tanto sucesso em 2009 que seus produtores encomendaram uma segunda aventura para os amigos Phil (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms), Doug (Justin Bartha) e Alan (Zach Galifianakis). Dessa vez, ao invés de passar por uma despedida de solteiro em Las Vegas, o quarteto protagoniza um inocente café da manhã na Tailândia - em que obviamente as coisas não acontecem como esperado."Lanterna Verde" (17 de junho) Grande aposta da DC Comics para 2011, a versão cinematográfica de "Lanterna Verde" apresentará ao grande público a história de como o piloto de testes Hal Jordan (Ryan Reynolds) foi escolhido pelo anel para tornar-se um guardião do universo. A Tropa dos Lanternas Verdes, assim como outros personagens dos quadrinhos, serão introduzidos nessa primeira aventura.
"Carros 2" (24 de junho)
Após comprovar o talento para sequências com a trilogia "Toy Story", a Pixar retoma a história de Relâmpago McQueen (Owen Wilson) e seu amigo Mate (Larry the Cable Guy) em "Carros 2", que deixa de ser uma animação exclusiva sobre corridas para ganhar ares de espionagem, com direito a participação de Michael Caine como o agente secreto britânico Finn McMissile."A Árvore da Vida" (1º de julho)
O espaço entre os filmes do diretor Terrence Malick, um dos mais conceituados cineastas em atividade, faz com que "A Árvore da Vida" seja considerado algo muito maior que um simples lançamento. O longa-metragem, que começa no Big Bang e avança até o futuro, é centrado na perda da inocência de Jack O'Brien (Sean Penn) nos anos 1950, com participação diretas de seu pai (Brad Pitt) e sua mãe (Jessica Chastain)"Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2" (15 de julho) Último filme da saga do bruxo, "Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2" tem tudo para tornar-se uma das maiores bilheterias do ano, mostrando aos fãs o tão esperado combate final entre o adolescente Harry Potter (Daniel Radcliffe) e seu inimigo mortal, o vilão Lord Voldemort (Ralph Fiennes).
"Captain America: The First Avenger" (29 de julho)
Ainda sem nome oficial em português, o longa-metragem do Capitão América promete revelar ao público a origem do herói, ainda na Segunda Guerra Mundial, período em que o franzino Steve Rogers (Chris Evans) submete-se a um experimento militar e acaba tornando-se o soldado perfeito do exército norte-americano - fazendo frente ao vilão nazista Caveira Vermelha (Hugo Weaving)."A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1" (18 de novembro)
Assim como ocorreu com "Harry Potter", o último filme de "A Saga Crepúsculo" foi dividido em duas partes, o que permite que a trama seja melhor adaptada às telas e garante mais tempo das fãs diante do triângulo amoroso formado pela humana Bella (Kristen Stewart), o vampiro Edward (Robert Pattinson) e o lobisomem Jacob (Taylor Lautner).terça-feira, 19 de outubro de 2010
Maquiagem de televisão

Artistas recorrem ao airbrush para driblar os efeitos da HDTV
A chegada dos aparelhos de televisão de alta definição, também chamados de HDTV (sigla em inglês para high-definition television), provocou mudanças na maneira de fazer TV, e isso refletiu também na aparência dos artistas. A qualidade da imagem melhorou tanto, que simples marcas de expressão ficaram mais evidenciadas. Para alívio de maquiadores e atores, a indústria da beleza acompanhou os avanços tecnológicos e disponibilizou um novo recurso que resolve a questão: o airbrush.
O equipamento de ar comprimido troca os antigos pincéis por uma pistola a jato que dispara pigmentos ultrafinos. Dessa forma, sombra, blush e batom (em consistência mais líquida) são aplicados na pele de forma suave e homogênea. Como o material usado é a base de silicone, ele preenche melhor os poros e as imperfeições. Outra vantagem, segundo explica o maquiador da Rede Record Vavá Torres, é o toque mais opaco. Como as lentes de HD captam muita luz e brilho, o resultado final desse tipo de maquiagem funciona melhor na telinha.
( ig Delas )
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Sacha Baron Cohen será Freddie Mercury no cinema!

Em 2007, um tabloide britânico noticiou o boato de que Sacha Baron Cohen (Borat) poderia viver no cinema Freddie Mercury, vocalista do Queen que morreu em 1991 com apenas 45 anos. Agora a informação retorna, e para valer.
Segundo o Deadline, o ator fechou contrato para estrelar um filme em 2011 sobre o cantor, com roteiro de Peter Morgan (A Rainha). A confirmação veio do produtor Graham King. Morgan já está trabalhando na trama, que se concentra nos anos de formação da banda, até o show no Live Aid, em 1985. Os últimos anos de Mercury não devem ser recontados.
A produção é da GK Films de King, da Queen Films e da Tribeca Productions de Robert De Niro. Os direitos de adaptação incluem faixas do Queen como "Bohemian Rhapsody", "We Will Rock You", "We Are the Champions", "Another One Bites The Dust" e "You're My Best Friend".
Falta saber agora se Cohen cantará ou dublará as músicas. A decisão deve ser tomada quando um diretor for contratado.
( Via Omelete )
domingo, 23 de maio de 2010
Final de lost

Lost, uma das séries de maior sucesso e impacto dos últimos anos, é o exemplo perfeito de como a força do fanatismo de um grupo relativamente limitado de espectadores pode se impor às perdas de audiência.
Após seis temporadas e 121 capítulos, "este é o final", como lembra um anúncio do canal ABC com a música The End, do The Doors, tocando ao fundo. E os milhões de viciados seguidores aguardam ansiosamente o episódio deste domingo, esperando que traga respostas.
Não é para menos. O episódio piloto, o mais caro realizado na história da televisão e transmitido nos Estados Unidos em setembro de 2004, reuniu uma audiência de 18,6 milhões de espectadores, a maior de uma série no país desde 1995.
As três primeiras temporadas de Lost tiveram mais de 15 milhões de espectadores de média por capítulo, embora com considerável queda na terceira. A ABC, então, decidiu manter a série, pois se tratava da produção mais gravada por espectadores - ou melhor, fãs - no país.
Além disso, os mais curiosos podiam acessar via internet o Lost Experience, um jogo interativo que respondia alguns dos enigmas da série.
Lost também era um dos conteúdos mais acessados pelo iTunes, e a ABC permitiu o acesso aos capítulos em seu site um dia depois da exibição na televisão.
Desde a quarta temporada, a audiência caiu, e os produtores anunciaram em 2007 que o final seria exibido em maio deste ano. E cumpriram.
Vencedora do Emmy de melhor série dramática, do Globo de Ouro de melhor drama e de diversos outros prêmios, Lost se orgulhava. Mas os seguidores exigiam respostas.
"Entre os admiradores havia certa sensação de que estavam investindo tempo em uma série complexa, sem saber onde aquilo ia parar", admitiu um dos criadores da série, Damon Lindelof, que está em contato com os espectadores através de sua página no serviço de microblogs Twitter.
"Desde o princípio as pessoas perguntavam: vocês estão inventando tudo enquanto gravam? É uma pergunta legítima", reconheceu.
Uma pista foi dada há dois anos pelo roteirista porto-riquenho Javier Grilo-Marxuach, uma das mentes criadoras de Lost.
"Desde o princípio houve um conceito claro sobre como ia terminar, revelando o que é a ilha", disse à agência Efe. "Nosso trabalho foi definir como chegar do ponto A ao ponto Z. Era como uma viagem em carro entre duas cidades que você conhece: você sabe o trajeto, mas não tem certeza sobre qual percurso tomar", afirmou.
Se a influência de Lost na cultura popular é notória, as palavras recentes de George Lucas, o criador de Star Wars, acabam com chance de dúvidas.
"Parabéns por uma série incrível", disse Lucas em carta aos criadores. "É incrível comprovar quantas coisas tinham planejado desde o começo", disse o cineasta, que reconheceu que "jamais" imaginava "o que havia depois da esquina".
Jack, Kate, Ben, Locke, Sawyer, Sayid, Hugo... Todos dão adeus.
Mas se alguém não ficar convencido, o programa de Jimmy Kimmel na ABC, logo após o episódio final, vai mostrar três finais alternativos descartados pelos produtores.
A série chega neste domingo a seu fim com um episódio especial de duas horas e meia, que atrairá a atenção de milhões de espectadores no mundo todo ao mesmo tempo.
Os anúncios na ABC nos comerciais do episódio custam quase um US$ 1 milhão por 30 segundos.
O final de Lost será transmitido às 21h pelo horário da costa leste dos EUA (0h de domingo para segunda-feira em Brasília) e no Canadá; três horas mais tarde será transmitido no litoral oeste do país, e simultaneamente em versão original no Reino Unido, Itália, Espanha, Portugal, Turquia e Israel.
A Disney, companhia proprietária do ABC, explicou que o capítulo será transmitido em 59 países entre 24 e 48 horas depois do fim da série nos EUA, com legendas para os locais de língua não inglesa.
Episódio final
O Terra TV vai transmitir o último episódio do seriado na terça-feira (25), às 23h.
fonte: Terra
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Tim Burton e Johnny Depp 20 anos de uma parceria

Prá mim Johnny Depp é um dos melhores atores dessa nova geração!
Cresce em cada trabalho, mostrando o seu talento nato!
Segue AQUI a matéria dessa dupla perfeita!


